2017-08-17

Costa não deu à costa

Mais um incêndio devora de forma acelerada o nosso País. Mais uma vez, infelizmente, o SIRESP falhou, a estratégia foi insuficiente e os meios não foram os exigidos.

A culpa? Essa certamente irá morrer sozinha. Sozinha, mas embrulhada numa amálgama de abraços entre os altos membros da nação.

E agora? Continuamos calados? Continuamos a permitir que o mais alto chefe do governo vá de férias? Continuamos a achar normal que o nosso (cada vez menos) primeiro-ministro dê prioridade em proferir umas palavras numas apresentações autárquicas, ao invés de estar presente no teatro de operações?

Não sei de quem é a culpa, mas sei quem tem o dever de estudar, acautelar, prevenir, legislar e por aí fora…. E esse? Esse conseguiu descansar no país vizinho, ao sol e com certeza com alguns bons repastos à mistura. Chegou e nada ou pouco proferiu. Chegou e brincou com o país, brincou com as trocas de cadeiras que fez no seu des-governo.

Muitos me dirão que todos temos direito a férias. Totalmente de acordo. Contudo, acharão esses mesmos que a altura era a mais indicada? Não acharão que as mesmas poderiam ter sido adiadas por um momento que assim o exigia? Ou tinha medo que o Patrão lhe negasse as férias adiadas?

Costa desrespeitou o país e o país sentiu-se traído por Costa.

Costa não fez jus ao dito popular “Costa amigo do peito”, pois Costa deu o peito ao sol e não o peito às “balas”.

Onde anda Costa durante o incêndio de Alijó? Mais uma vez, como já nos habituou, perdido em combate.

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